

Buy Zero Books Ghosts of My Life: Writings on Depression, Hauntology and Lost Futures by Fisher, Mark online on desertcart.ae at best prices. ✓ Fast and free shipping ✓ free returns ✓ cash on delivery available on eligible purchase. Review: I wrote a review of Capatalist Realism that was banned here. I don't understand why as formatted rejection did not elucidate me to why. I only reviwed it from the perspective of how it made me think. Mark Fisher's writing is a provocative challenging read. Knowing he struggled with depression and took his own life makes his piece on Ian Curtis and Joy Division, retrospectivly, very moving. Review: Talvez a culpa nem seja do Fisher. Eu que estava esperando algo mais teórico, mais voltado pro conceito de hauntology do que um grande panorama de formas culturais que o encorporam. Em alguns pontos, a argumentação de Fisher é realmente acurada, rigorosa e teoricamente rica, principalmente no início. Tenho algumas questões sobre o que as orientações políticas que Fisher deduz da relação entre hauntology e algo como uma política da memória, mas a errância conceitual de Fisher faz com que tal confrontação seja difícil de ser assinalada em suas coordenadas precisas. Há duas vias que são tomadas no livro, ambas operando em gradientes que as põe majoritariamente em um campo ou em outro. Os melhores caminhos de Ghosts of My Life são os momentos onde Fisher consegue pôr em paralelo a lógica do conceito e a lógica da obra de arte e demonstrar suas relações de determinação recíproca, ilustrando que não se trata de "achar" hauntology nas obras de nossa era, mas analisar como as determinações da própria obra implicam em uma configuração específica do período onde a hauntology é hegemônica. Por essa via, Fisher é um grande discípulo de Jameson, quem acredito que seja sua maior influência (maior que Deleuze, Zizek e Land para Fisher). Há, por outro lado, caminhos mais fracos que Fisher toma. Por vezes parece que estamos lendo algum review da Pitchfork. Quem conhece vai entender do que eu estou falando. Uma analogia talvez ilustre o que quero dizer: imaginemos que Fisher é um biólogo, preocupado em comunicar aos espectadores o modo de vida dos animais que ele estuda. Para isso, nosso biólogo imaginário pensa em maneiras de apresentar como aquele animal se comporta em seu habitat natural. Eis o caminho que Fisher toma: as "ambientações" de zoológico. Ao invés de demonstrar a lógica segundo a qual aquele animal vive, o "cenário" funciona para indicar, de forma mistificada, certos signos que remetem a um simulacro de "natureza". Fisher acaba fazendo isso com alguns de seus objetos. Tentando expor os aspectos "hauntológicos" dos objetos artísticos apresentados, Fisher mistifica sua "ambiência", montando um texto característico de uma "crítica descritiva". Descrevendo o objeto, ficamos apenas com a areia artificialmente colorida e o arbusto seco que deveria nos dizer algo sobre onde vive essa cobra do deserto. Falta um pouco de crítica, é apenas isso que quero dizer. O livro é bom, os objetos são interessantes, mas o engajamento teórico deixa um pouco a desejar. Em retrospectiva, Realismo Capitalista é mais entusiasmante pois carrega a cadência humorística de Zizek, o tratamento minucioso de Jameson, a perspicácia de Deleuze e a forma de apresentação do blogger/colunista da Pitchfork/NME. Ghosts of My Life não consegue alcançar os mesmos níveis, sendo mais uma coletânea de resenhas curtas orientadas em torno de um conceito interessante mas pouco desenvolvido do que uma robusta exposição teórica de um dos conceitos mais importantes para entender a cultura, a temporalidade e a crise do capitalismo tardio.





| Best Sellers Rank | #78,535 in Books ( See Top 100 in Books ) #64 in Movie History & Criticism #241 in Anthropology #749 in Performing Arts |
| Customer reviews | 4.7 4.7 out of 5 stars (365) |
| Dimensions | 13.97 x 1.91 x 21.59 cm |
| Edition | Illustrated |
| ISBN-10 | 1780992262 |
| ISBN-13 | 978-1780992266 |
| Item weight | 1.05 Kilograms |
| Language | English |
| Print length | 264 pages |
| Publication date | 29 July 2022 |
| Publisher | Zero Books |
W**.
I wrote a review of Capatalist Realism that was banned here. I don't understand why as formatted rejection did not elucidate me to why. I only reviwed it from the perspective of how it made me think. Mark Fisher's writing is a provocative challenging read. Knowing he struggled with depression and took his own life makes his piece on Ian Curtis and Joy Division, retrospectivly, very moving.
B**A
Talvez a culpa nem seja do Fisher. Eu que estava esperando algo mais teórico, mais voltado pro conceito de hauntology do que um grande panorama de formas culturais que o encorporam. Em alguns pontos, a argumentação de Fisher é realmente acurada, rigorosa e teoricamente rica, principalmente no início. Tenho algumas questões sobre o que as orientações políticas que Fisher deduz da relação entre hauntology e algo como uma política da memória, mas a errância conceitual de Fisher faz com que tal confrontação seja difícil de ser assinalada em suas coordenadas precisas. Há duas vias que são tomadas no livro, ambas operando em gradientes que as põe majoritariamente em um campo ou em outro. Os melhores caminhos de Ghosts of My Life são os momentos onde Fisher consegue pôr em paralelo a lógica do conceito e a lógica da obra de arte e demonstrar suas relações de determinação recíproca, ilustrando que não se trata de "achar" hauntology nas obras de nossa era, mas analisar como as determinações da própria obra implicam em uma configuração específica do período onde a hauntology é hegemônica. Por essa via, Fisher é um grande discípulo de Jameson, quem acredito que seja sua maior influência (maior que Deleuze, Zizek e Land para Fisher). Há, por outro lado, caminhos mais fracos que Fisher toma. Por vezes parece que estamos lendo algum review da Pitchfork. Quem conhece vai entender do que eu estou falando. Uma analogia talvez ilustre o que quero dizer: imaginemos que Fisher é um biólogo, preocupado em comunicar aos espectadores o modo de vida dos animais que ele estuda. Para isso, nosso biólogo imaginário pensa em maneiras de apresentar como aquele animal se comporta em seu habitat natural. Eis o caminho que Fisher toma: as "ambientações" de zoológico. Ao invés de demonstrar a lógica segundo a qual aquele animal vive, o "cenário" funciona para indicar, de forma mistificada, certos signos que remetem a um simulacro de "natureza". Fisher acaba fazendo isso com alguns de seus objetos. Tentando expor os aspectos "hauntológicos" dos objetos artísticos apresentados, Fisher mistifica sua "ambiência", montando um texto característico de uma "crítica descritiva". Descrevendo o objeto, ficamos apenas com a areia artificialmente colorida e o arbusto seco que deveria nos dizer algo sobre onde vive essa cobra do deserto. Falta um pouco de crítica, é apenas isso que quero dizer. O livro é bom, os objetos são interessantes, mas o engajamento teórico deixa um pouco a desejar. Em retrospectiva, Realismo Capitalista é mais entusiasmante pois carrega a cadência humorística de Zizek, o tratamento minucioso de Jameson, a perspicácia de Deleuze e a forma de apresentação do blogger/colunista da Pitchfork/NME. Ghosts of My Life não consegue alcançar os mesmos níveis, sendo mais uma coletânea de resenhas curtas orientadas em torno de um conceito interessante mas pouco desenvolvido do que uma robusta exposição teórica de um dos conceitos mais importantes para entender a cultura, a temporalidade e a crise do capitalismo tardio.
K**N
Mark Fisher is brilliant, and he wraps words and stories and clarity and a zillion references around the wild and heady topics: future, music, technology, and the confluence + impact of all things time folding in on itself. Mind blown. I loved this book and am buying copies for all my smart friends who get culture, music, media, modernity, and their deconstruction.
R**S
As advertised
R**N
Sehr interessant.
Trustpilot
2 days ago
1 month ago